Inteligência Emocional – O que é?

Estamos cada vez mais conscientes de que o sucesso de um profissional, e por que não dizer de nossas relações, está muito mais relacionado ao que o Dr. Goleman denominou como “Inteligência Emocional” do que à educação, à experiência, ou mesmo ao clássico QI (Quociente de Inteligência), medido através de testes específicos.
Queiramos ou não, as emoções são uma parte importante e legítima do ser humano e de seus relacionamentos. Não são aspectos que precisamos esconder, ter vergonha, ou até mesmo ignorar. Mas, se elas são tão importantes e reais (vivemos esses sentimentos literalmente a cada momento de nossas vidas), por que não estudar as emoções, nos educar de forma a saber lidar com elas? Eis o grande objetivo do que chamamos de Inteligência Emocional.
Como gerenciamos nossas emoções resulta em consequências, nos leva tanto ao sucesso como ao fracasso. Não temos a opção de deixar nossas emoções em casa, elas estão conosco onde estivermos, junto com nossos pensamentos.

É importante compreender a origem etimológica (história ou origem) da palavra emoção. Originária do latim, “ex + movére”, significa “mover para fora”, ou, ainda, segundo Lee Gardenswartz*, “é a energia por detrás do comportamento”. Ou seja, emoção é energia, é o que nos move.

Uma vez que entendemos este conceito, podemos entender ainda melhor a importância da Inteligência Emocional. Gerenciar nossas emoções é gerenciar nossas energias. O pensamento inverso é inquietante, pois significaria que não gerenciar as emoções seria estar em um estado de energia sem controle; algo que podemos concluir como sendo uma opção no mínimo perigosa.

O objetivo maior da Inteligência emocional é gerenciar nossas emoções (energias) para que estejam coerentes e em apoio a nossos objetivos. Afinal de contas, não ter emoções não parece uma opção para o homo sapiens.

Referências Bibliográficas:

GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional – a teoria revolucionária que redefine o que é ser inteligente, Editora Objetiva, 1995

GARDENSWART, Lee. Inteligência emocional na gestão de resultados, Editora Clio, 2012.

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