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Carreira: o que é?

Uma decisão muito difícil e importante para muitos jovens; de estudantes a quem inicia sua vida profissional após ou durante seus estudos. Qual carreira escolher? O que eu quero fazer profissionalmente?

Esta pergunta fica conosco durante muitos anos, mesmo após iniciarmos nossa vida profissional. Nesta fase, nossa juventude nos permite mudar de emprego, de atividade, experimentar, em busca de uma atividade que nos agrade mais. Algo muito bom e saudável.

A experiência, o conhecimento em uma determinada área, nos leva sermos competentes nela. Isto nos leva ao inevitável crescimento, podemos crescer do cargo mais simples ao maior posto da empresa na área que escolhemos; ou crescermos em nossa especialidade, sermos a referência no que fazemos. Ou seja, o tempo de exercício de uma atividade é um fator importante, e quanto antes encontramos nossos talentos, antes começamos a crescer profissionalmente.

Até alguns anos atrás, carreira significava “seguir” um plano de crescimento estabelecido pelas empresas. Era resultado de um passar do tempo estruturado dentro das organizações; o tempo e a realização de nossas tarefas e objetivos nos fariam progredir na empresa.

Hoje, esta prática esta cada vez mais rara. Em grandes organizações ainda existem um “inicio de carreira” que pode ser gerido desta forma tradicional. Por exemplo de uma posição júnior à uma posição plena, significando alguém com um bom tempo de experiência na função, e como consequência capaz de entregar resultados mais expressivos à empresa.

Mas, cada vez mais, e mesmo nestas poucas organizações, após um certo patamar, a atitude “auto empreendedora” é que fará a diferença, o seu crescimento. Você é o promotor de sua carreira; não existem caminhos pré-determinados.

Um cargo alvo, uma ambição de carreira, uma expertise, significa competência. Competência se adquire através de estudos, de horas de práticas, de fazer resultados na área; de anos de atividade e aprendizado.

Quanto antes conseguirmos saber do que gostamos, qual área nos fará felizes (antes de iniciar um curso profissionalizante, por exemplo), maiores as chances que temos de construirmos uma carreira de sucesso. Maior a chance de conseguirmos ir mais longe, de ter maiores reconhecimentos; os que você considere como importantes.

O que eu quero e gosto de fazer? É uma pergunta que pode nos levar à uma transição de carreiras: mudar de uma área para outra.

O que eu quero fazer? Esta decisão, esta pergunta, volta a ser igualmente importante quando estamos próximos da aposentadoria: o que vou fazer quando estiver aposentado? Ficar totalmente parado, não parece ser a melhor das opções.

A resposta à esta pergunta, a todos os momentos de nossa vida, passa por saber quais são nossos talentos, nossos valores, e o que gostamos de fazer. Nisto o coaching pode ser uma grande apoio, ou até mesmo um acelerador para sua carreira.

O que é coaching? O que eu ganho fazendo coaching?

Estas são as primeiras perguntas que vêm a mente de quem escuta falar e se interessa pelo que é coaching. Esta palavra da língua inglesa tem diversas versões de origem, a mais aceita é que “coach” era o condutor das antigas carruagens, que transportavam pessoas de um endereço a outro nas antigas cidades medievais da Europa.

Nesta versão histórica do termo coach, temos uma primeira indicação do que é o processo de coaching: coach é aquele que ajuda a conduzir uma pessoa de um estado atual de vida (profissional), para um novo estado desejado no futuro. Esta imagem de carruagem também é bastante significativa, pois o coachee (cliente do coach) somente entra na carruagem de forma voluntaria.

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A International Coaching Federation (ICF), principal organização que define padrões e certifica profissionais de coaching mundialmente, define o processo como:

“Uma parceria com o cliente em um instigante e criativo processo que os inspira a maximizar o seu potencial pessoal e profissional, que é particularmente importante no ambiente incerto e complexo de hoje.”

A segunda pergunta, o que eu ganho fazendo um processo de caoching? A resposta é composta de diversos fatores:

O primeiro passo do processo é mapear o estado atual, o ponto de partida da mudança. Nesta etapa o coachee consegue assimilar com mais precisão e de maneira ordenada como está sua vida hoje e perceber eventuais pontos críticos nos quais deseja progresso. Neste estágio ganhamos “self awareness” (autoconsciência); conhecendo melhor nossos valores pessoais, nossa visão de vida, nossas motivações, entre outras.

O próximo passo é projetar o estado desejado: o coachee se concentrará na visualização do que realmente quer para si. É nesta fase que irá definir o destino da mudança, focalizando-se em futuras possibilidades, sonhos, vocações e visão de vida. Neste estágio ganhamos consciência de nossos objetivos de futuro, que estarão alinhados com nosso propósito de vida, e por consequência nos trarão realização pessoal.

Construção do plano de ação: nesta fase do processo trabalhará um caminho viável para sair do estado atual e chegar ao estagio desejado. Este caminho é desenhado pelo coachee, considerando recursos e estratégias pessoais que viabilizarão a mudança. O ganho aqui é o estabelecimento do caminho da mudança de forma concreta e de autoria do próprio coachee.

Finalmente, vamos a execução do plano. Talvez a parte que exigirá maior resiliência do coachee, pois estamos trabalhando sobre tudo com mudanças de comportamentos e desenvolvimento de novos hábitos e habilidades.

Nesta última parte, a execução, podemos fazer uma comparação com o “personal trainer” ou ao “treinador” (outro significado bastante comum nos países anglo saxões da palavra coach). Estes profissionais “ajudam” seus clientes a treinarem para um esporte, ou para competir.

Se extrapolarmos esta figura para nossa vida pessoal e profissional, o coach é um profissional que nos ajuda a atingirmos nossos objetivos, tanto pessoais quanto profissionais. Tal qual o “atleta” que está sendo treinado pelo seu personal trainer, quem “treina” é o cliente e não o treinador. Quem vive as provas, são os clientes e não o treinador. O treinador (coach) apenas facilita que o “atleta” (coachee) busque os seus melhores talentos e atinja seus sonhos e realizações.

O processo de coaching, é realizado em um ambiente de confiança mútua e de ética médica (sigilo). Não existem julgamentos, nada é bom ou ruim: Apenas é! Este tipo de relacionamento é chave para criar o ambiente de crescimento.

O que ganho com o Coaching? Um crescimento pessoal e profissional que permitem acelerar as realizações de meus sonhos, do meu estado desejado.

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